Mostrando postagens com marcador cultura brasileira. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cultura brasileira. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Escolas deverão abordar história e cultura afro-brasileiras até 2010


Por Pollyanna Carvalho

“Essa lei é muito importante para fazer a sociedade conhecer a história e cultura afro-brasileiras. Com ela, a criança e os adolescentes vão saber da importância do negro para a história do país e quando chegarem à fase adulta, o preconceito não estará tão arraigado”. Essa é a opinião de Gilvano Quadros, do movimento Negro do Estado, sobre a lei 10.639/03, que torna obrigatório o ensino da cultura e história afro-brasileiras, nas escolas de ensino fundamental e médio.

De acordo com Gilvano Quadros, a lei ainda não está sendo aplicada no Estado. “Por enquanto ainda não tem nenhuma escola no Piauí em que o ensino afro foi implantado, mas o movimento negro está lutando para que isso mude”, disse. O prazo final para que os estabelecimentos de ensino de nível médio e fundamental incluam o ensino afro na grade curricular é o ano de 2010.

Para Gilvano, quando começar a ser implantada, a lei contribuirá para que a história do povo negro seja reconhecida por toda a sociedade. “Seria bom que os livros didáticos retratassem essa história e não mais a deixassem de lado como acontece hoje, para que a história do Brasil seja mostrada com fidelidade.”, afirmou.

De acordo com o movimento negro do estado, os gestores ligados à educação no Piauí ainda não estão mobilizados no sentido de colocar a lei em prática. “Em outros estados a discussão já está bastante avançada, mas no Piauí ainda falta interesse dos gestores em relação ao assunto”, disse Giovano Quadros.

sábado, 20 de junho de 2009

Soltar pipas: uma brincadeira perigosa


Por Leila Sousa

Ventos fortes, época de férias. Período mais que perfeito para a prática de "empinar pipas". Azuis, rosas, amarelas. Das mais variadas cores, tamanhos e formas, as pipas marcam esse período do ano, colorindo o céu e encantando os que gostam de vê-las voando coloridas no ar.

Mesmo com toda a sua beleza e magia, a brincadeira pode apresentar sérios riscos, tanto para as crianças quanto para os que atravessam o caminho dos fios. Se a pipa se aproximar da rede elétrica, é choque na certa. Além de atingir e machucar o pipeiro, pode causar falta de energia no bairro inteiro. E não é só esse o perigo. O cerol (mistura de cola com vidro), instrumento usado por algumas crianças para cortar as linhas de outras pipas, pode se tornar uma arma muito perigosa, levando até mesmo à morte.

Segundo o Tenente do Corpo de Bombeiros, José Angelo Rosa, é preciso estar sempre atento ao local de brincar. "Soltar pipa dentro da cidade no meio da fiação elétrica é um risco muito grande por que as crianças colocam aquela questão do cerol da pipa e pode ocorrer uma descarga elétrica. Outra questão também, são as pessoas que andam de moto. As crianças soltando aquela pipa no meio da rua, a linha fica basicamente invisível e pode muito bem cortar o pescoço e trazer sérios problemas, danos para a saúde das pessoas e até risco para a própria vida", conclui.

Pipa, papagaio, arraia, pandorga e maranhão, não importa como se chama. Para continuar com sua magia, esta brincadeira saudável que está fortemente presente na cultura popular e nas férias da criançada, deve ser feita com todo cuidado e responsabilidade, só assim, possíveis acidentes podem ser evitados.

domingo, 14 de junho de 2009

7º Salipi: a literatura piauiense em festa

por Leila Sousa

Com o objetivo de levar a cultura para mais perto do público, o 7º Salipi - salão do livro do Piauí - esteve no período de 8 a 14 de junho, situado no coração de Teresina, o complexo cultural da Praça Pedro II. Mas não foi só essa, a novidade que marcou a sétima edição do Salipi. Este ano, pela primeira vez, a homenageada foi uma mulher, trata-se da poetisa e ficcionista oeirense, Ana Alvina Gameiro.


Foram sete dias de muita festa distribuída entre os diversos espaços que compuseram o evento. Bem mais que uma simples feira de livros, o Salipi, é composto por diversas atividades como exposições, lançamento de livros, apresentações culturais, espaços como o língua viva, bate-papo literário, fóruns temáticos, além de atividades dedicadas exclusivamente ao público infantil.

Em sua sétima edição, o salão do livro do Piauí, trouxe inúmeros palestrantes de outros países, como a escritora Angolana Isabel Ferreira. Os espaços de palestras, contaram também com nomes como Zuenir Ventura, Arnaldo Boch, Laurentino Gomes, Márcio Trigo, entre outros.

A Praça Pedro II foi tomada por mais de 70 estandes que traziam literatura para todos os gostos e estilos. E como já era esperado, foi grande o público que participou da festa da literatura Piauiense.

O escritor piauiense Assis Brasil , em entrevista à nossa reportagem, falou sobre a importância de se homenagear uma escritora e qual a sensação de receber uma homenagem no salão do livro do Piauí. Confira!

Ouça, clicando aqui, entrevista com Assis Brasil falando sobre o Salipi 2009. (4.01 MB)

Pessoas de todas as idades na Caminhada da fraternidade 2009

Samara Costa

O adro da Igreja São Benedito foi palco novamente da concentração de milhares de fiéis, que participaram da 14ª edição da Caminhada da Fraternidade. O evento aconteceu hoje, 14 de junho de 2009 com o tema “Esperança que faz Acontecer”.

A festa de solidariedade reuniu pessoas de diversas idades, classes sociais e gostos. A senhora Creuza Maria (80 anos) participou pela primeira vez da caminhada e disse ter gostado muito. O senhor Getúlio Machado (81 anos) participa desde a primeira edição do evento e diz adorar participar de algo tão unificador. Já Mateus Batista (18 anos) diz se divertir bastante com os amigos durante o percurso da caminhada, que além de causar grande mobilização social e solidariedade proporciona também diversão aos participantes. [confira o Slide Show da 14ª Caminhada da Fratenidade]


O prefeito de Teresina, Silvio Mendes (PSDB), disse que a Caminhada da Fraternidade já é uma tradição e que traz consigo reflexões diversas. Disse ainda que um evento como esse, que prega solidariedade, sempre tem grande adesão popular.

A largada oficial foi por volta das 8 horas da manhã e a caminhada seguiu pelas avenidas Frei Serafim, João XXIII e Nossa Senhora de Fátima. O encerramento foi na Avenida Universitária próximo ao balão da Avenida Ininga, com palavras finais da organização e show de bandas locais.

Uma das organizadoras do evento, Valéria Araújo, que participa da organização há 13 anos disse que esse ano foram vendidos 26 mil kits que custavam R$ 12 e estavam à venda em vários postos de comercialização nas últimas semanas.

A Caminhada da Fraternidade é promovida pela Ação Social Arquidiocesana - ASA - para angariar fundos para algumas entidades da capital. Como o Lar da Fraternidade, Centro Maria Imaculada, Lar de Misericórdia, Projeto Periferia-Pastoral do Menor e Casa Frederico Ozanam, entre outras.